O piloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, morreu neste domingo (17) após mais de dois meses internado em decorrência de um disparo sofrido durante uma operação policial na Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Felipe foi baleado no pescoço em março de 2025, enquanto sobrevoava a comunidade em um helicóptero do Serviço Aeropolicial da Coordenadoria de Recursos Especiais. A aeronave foi alvo de tiros disparados por criminosos armados com fuzis.
Nos últimos dias, o policial apresentou agravamento no quadro de saúde devido a uma infecção após complicações relacionadas a uma cirurgia de prótese craniana realizada em abril.
Em atualizações publicadas nas re des sociais, a esposa do policial informou que Felipe enfrentava um estado clínico grave, necessitando de antibióticos e medicações mais fortes.
Desde o atentado, o piloto passou por diversas neurocirurgias e permaneceu longos períodos em estado grave, incluindo meses em coma. Ele chegou a receber alta hospitalar em dezembro, seguindo para reabilitação, mas voltou a apresentar complicações médicas neste ano.
Um dos suspeitos de participação no ataque foi preso em maio, enquanto outros envolvidos seguem sendo procurados pelas autoridades.
Em nota oficial, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lamentou a morte do policial e destacou a coragem, dedicação e compromisso de Felipe Marques Monteiro no trabalho de proteção à população.
