Peixe mais caro na Semana Santa pesa no bolso do brasileiro

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O consumidor que pretende incluir peixe no cardápio da Semana Santa em 2026 deve encontrar preços ainda elevados. Embora sem os aumentos bruscos registrados em 2025, os valores seguem pressionados e acompanham o custo de vida.

O cenário é influenciado pelos altos custos da Aquicultura no Brasil, especialmente na produção de espécies populares como tilápia e tambaqui. A alimentação dos peixes continua sendo o principal fator de encarecimento.

Além disso, despesas com transporte e combustível impactam diretamente o preço final, já que a distribuição depende majoritariamente do modal rodoviário. No caso de produtos importados, como salmão e bacalhau, a variação do dólar mantém os preços em patamar elevado, consolidando esses itens como opções mais caras.

Mesmo com o orçamento das famílias mais apertado, o setor projeta crescimento nas vendas durante o período religioso, impulsionado por compras antecipadas. Ainda assim, a tendência para 2026 é de manutenção dos preços em níveis altos, o que pode limitar o consumo de pescado fora das datas tradicionais.

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