A decretação da falência do Hospital Antônio Targino (HAT) colocou em alerta profissionais de saúde e entidades sindicais de Campina Grande. A decisão judicial, motivada por uma ação trabalhista individual, deve centralizar todos os processos contra a unidade, que agora passam a compor o quadr o de credores da massa falida.
Na prática, a medida pode retardar o pagamento de dívidas históricas, como salários atrasados, verbas rescisórias e FGTS. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (SEESSA-AB), a crise na instituição não é nova: desde o ano passado, a entidade denunciava o colapso financeiro do hospital, que já acumulava atrasos no 13º salário e encargos sociais.
O presidente do sindicato, Josemar Bezerra, reforçou que a prioridade agora é a assistência jurídica aos funcionários. “Estamos acompanhando de perto para garantir que os direitos desses profissionais sejam respeitados, lembrando que o crédito trabalhista tem preferência legal em casos de falência”, pontuou.
