A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e o fim da escala 6×1 adiou para a próxima segunda-feira (25) a apresentação do parecer do relator, o deputado Leo Prates.
O adiamento ocorre em meio às negociações sobre uma possível regra de transição, defendida por setores empresariais e partidos do Centrão e da oposição. Entre as propostas apresentadas está uma transição de até 10 anos, além da exclusão de categorias consideradas essenciais.
O presidente da comissão, Alencar Santana, afirmou que ainda são necessários ajustes e acordos antes da apresentação do relatório, mas garantiu que a votação na comissão segue prevista para o dia 26 de maio.
Uma das emendas protocoladas também prevê redução da contribuição patronal ao FGTS e isenção temporária da contribuição previdenciária das empresas.
O governo federal defende a redução da jornada sem diminuição salarial e sem uma longa regra de transição.
